Sissi: A Imperatriz e sua importância na unificação entre a Áustria e a Hungria.

Apesar de não se envolver com veemência na política Internacional, Elisabeth Amalia Eugenia Von Wittelbach, teve papel fundamental na relação entre a Áustria e a Hungria, o que levaria depois, na unificação dos países e a criação do Império Austro-Hungaro.

Apesar da descendência da Família de Maximiliano I, primeiro rei da Baviera, a jovem Sissi como todos a chamavam, teve uma infância longe da cordialidade do nome qual carregava. Entretanto, aos 15 anos, após conhecer o então Imperador austríaco Francisco José I, os costumes de Elisabeth mudariam. Assim como suas irmãs, Sissi era uma jovem de beleza notável, o que levou o imperador austríaco, em 1854 a casar-se com a jovem, em Viena.

Dificuldades nos relacionamentos

Apesar de se tornar imperatriz, vivia, na maioria das vezes, isolada cuidando da beleza e lendo livros sobre a cultura Húngara.  A relação com corte austríaca não era diplomática e com o marido não tinha uma relação tão íntima como deveria devido a viagens e compromissos de Francisco.

Imperatriz da Áustria e Hungria

Em 1867 foi declarado o acordo entre os dois países que decretou a monarquia Austríaca-Húngara. Elisabeth e Francisco receberam um palácio como presente chamado de Palácio Godollõ. Era o local em que Sissi mais admirava, até mesmo pelo relacionamento bem mais favorável com a corte  Húngara. O motivo se dá pois Budapeste, a capital do país, recebeu o mesmo reconhecimento da capital austríaca, Viena. Acontecimento que levou a Sissi a ser adorada pela nação Magyar.

Palácio Godollõ – Budapeste – Hungria

Fim que já se estendia por anos

Mesmo com uma beleza invejável, Elisabeth sofria com distúrbios alimentares. Cartas escritas por ela em seu diário pessoal, relatam a vida de solidão e infelicidade em meio ao maior patamar que uma mulher pudesse ter na época. Retratos da imperatriz foram registrados apenas até os 30 anos. Suas saídas a público eram feitas sempre com véu cobrindo o rosto. Sissi foi assassinada aos 60 anos, em 1869 em Genebra.

Retratada com glória, a história de Sissi, imperatriz de duas nações, foi eternizada também no cinema. Três filmes, estrelados por Romy Schneider contam a história desde o nascimento em Munique, até a morte em Genebra.

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