A chegada ao parque esconde toda a beleza atrás das árvores que o cercam. Quando esse santuário passou a fazer a parte da UNESCO em 1979, ninguém imaginava que viesse a se tornar um dos mais importantes do mundo. São passarelas para todos os lados, cortando os 16 lagos por todo o parque. A paisagem vai mudando conforme vai caminhando. Ora floresta, ora cachoeira. As quedas de água são incríveis com diferentes tonalidades de verde e azul. São mais de 300km², e a cada passo uma foto nova, uma emoção nova.

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A melhor opção é tomar o ônibus (são elétricos e se pode curtir a paisagem, ainda tímida pelas janelinhas), e subir ao ponto mais alto. De lá, dependendo da hora já se pode fazer um lanche. Os preços não são absurdos e tem uma boa variedade. A partir dali, é praticamente descida e boas horas de caminhada inesquecível. Na parte de baixo também há um lugar para comer, parece um lugar de piquenique. Tem muitas mesinhas e bancos, com as barracas de madeira atrás sempre cheias de gente.

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Um lugar imperdível, com muito verde e muitas imagens inesquecíveis. Vale a visita, mas a principal dica fica por conta de descer primeiro e enfrentar uma escada ao final. Uma escada grande é verdade, mas é melhor descer e subir com calma, que subir e se desgastar podendo não aproveitar como deveria.

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Lembro de na descida pelo lado esquerdo da trilha, ter passado por debaixo de uma cachoeira. Ou melhor, a rebarba de uma. Era apenas uma queda de água, mas com o ângulo certo valeu cada segundo e cada foto.

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Se eu pudesse escolher uma época pra ir, iria nos meses maio e junho. Não são muito cheios e o clima ainda é agradável. Como já conheço o parque nesses meses, quero voltar e ver se consigo entrar no inverno. Vi verdadeiros cartões postais, com lagos e vegetação congelada.

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